ad

Últimos posts

Os injustiçados dos Oscar 2019

Goste ou não, o Oscar (The Academy Award) é a principal premiação da indústria cinematográfica e todos os anos reconhece e premia as grandes produções da Sétima ArteNo entanto, nem sempre as escolhas da Academia refletem o favoritismo do público e críticos. Críticas quanto à parcialidade dos membros e a subjetividade dos critérios nas indicações e escolha de vencedores têm sido cada vez mais comuns.

E nessa 91ª cerimônia, ocorrida na noite de ontem (24/02), não foi diferente! Abaixo um resumão com os principais injustiçados dessa edição.

A lista começa por Um Lugar Silencioso (A Quiet Place). O drama de terror/suspense recebeu apenas uma indicação, na categoria 'Edição de Som' e mesmo tendo uma qualidade sonora superior aos concorrentes, não era o favorito e perdeu a estatueta para Bohemian Rhapsody. Mas a grande injustiça, nesse caso, foi com a atriz Emily Blunt. Não foi reconhecida por sua atuação como a mãe, tampouco no papel principal em O Retorno de Mary Poppins. Eu pude assistir ambos os filmes no cinema e é inegável que a atriz merecia, ao menos, o reconhecimento de uma indicação. 



Se Emily Blunt foi injustiçada pela ausência de indicação, a grande injustiça com Glenn Close foi ter sua sétima indicação e mais uma vez voltar para casa de mãos vazias. A atriz veterana, que já foi esnobada em papéis marcantes como em Atração Fatal e Ligações Perigosas, era a favorita por ter sido a grande vencedora em outras premiações, pela sua aclamada atuação em A Esposa (The Wife). Mas perdeu para Olivia Calmon, de A Favorita, em sua primeira indicação. A própria atriz se mostrou incrédula em seu discurso:
estar nessa categoria com essas mulheres extraordinárias e Glenn Close – você é meu ídolo há muito tempo, não era assim que queria que acontecesse. 
Os boatos são de que a Academia não gosta do estilo reservado de Close.

Quem também coleciona indicações (seis) e nenhuma estatueta sequer, é a atriz Amy Adams, que foi um dos grandes destaques em Vice. A atriz concorria na categoria de 'Melhor Atriz Coadjuvante', mas quem levou o prêmio foi Regina King, que, segundo os críticos, também desempenhou um belíssimo papel em Se a Rua Beale Falasse.

Muitos citaram que Lady Gaga merecia ter levado, também, a estatueta de 'Melhor Atriz'. Apesar de concordar que ela tenha sido a melhor escolha para o papel e tenha entregado uma incrível interpretação, ser reconhecida com uma indicação foi mais que o suficiente, em uma categoria que contava com as veteranas Glenn Close, Olivia Colmon e Melissa McCarthy.

Mas vamos ser sinceros? Nenhuma injustiça será maior que a de 1999, quando a Academia não entregou o Oscar de 'Melhor Atriz' para a magnífica atuação de Fernanda Montenegro e premiou o italiano A Vida é Bela ao invés do nosso clássico Central do Brasil, em 'Melhor Filme Estrangeiro'. 



3 comentários:

  1. A vida é bela é infinitamente mais filme do que central do Brasil...

    ResponderExcluir
  2. Injustiças sempre vão acontecer. Também fiquei surpreso de Olivia Collman ter levado o Oscar. Fernanda Montenegro deveria ganhar de Melhor atriz também. Ela é incrível.
    Bom feriado!


    Jovem Jornalista
    Fanpage
    Instagram

    Voltamos do hiatus com bons conteúdos.

    Até mais, Emerson Garcia

    ResponderExcluir
  3. Injustiça em 1999 para A vida é bela?
    Só pode estar de brincadeira...

    ResponderExcluir

Tecnologia do Blogger.